BLOQUEIOS ANESTÉSICOS CAPSULITES ADESIVAS SACRO-ILEÍTES

PALESTRA – SIMBIDOR 2011

Abordagem  biomorfológica  globalista e mecanicista na etio-patogenia
de lesões músculo-esqueléticas – cadeias musculares modificado

Dentro dessa abordagem diagnóstica e terapeutica seriam essas afecçôes:

Isoladas ou concomitantes?

Focais ou multifocais? 

As capsulites são entidades extremamente discutiveis em sua etio-patogenia assim como as sacroileites.
Nossa única certeza é a limitação mecano-funcional, mais ou menos importantes nas duas entidades

Não somos feitos de pedaços

Funcionamos sinérgicamente

Nossa experiência profissional sob esta abordagem globalista é de aproximadamente 6.000 casos em 14 anos de trabalho diagnóstico e terapêutico em todas afecções ortopédicas.

Exceções: lesões traumáticas e tumorais

90% das pessoas são imperfeitas no seu sistema musculo esquelético

92% de todos nossos pacientes atendidos apresentam mais de uma alteração, quando diagnosticados rigorosamente.

Biomorfologia semelhantes  mesmos tipos de lesões

Todas estas afecções são recidivantes e resistentes a tratamentos convencionais
Medicamentoso – fisio convencional e procedimentos cirúrgicos
Apesar do empirismos dos métodos posturo – corporais de tratamento de reabilitação os resultados eram mais efetivos do que os tratamentos convencionais

TECNICISMO  APROXIMAÇÃO LÓGICA DE LESÕES ORTOPÉDICAS E DE GLOBALISMO CORPORAL
VERIFICAÇÃO EVIDENTE  MÉTODOS “INOVADORES” QUE SE TORNARAM REFERÊNCIAS (RPG)

Na realidade foram calcados em “cadeias musculares” (GDS)
Abrangência muito mais ampla do que deu-se conotação
A pélvis é minha referência corporal! Tanto no diagnóstico como no tratamento.
6 cadeias musculares.

BIOMORFOLOGIA  GLOBALIDADE  CADEIAS MUSCULARES

Sinergismo biomecânico

Biomorfologia globalista mecanicista na etiopatogenia de lesões musculo esqueléticas.

 

Patologias

DIAGNÓSTICO   SISTÊMICO OU METABÓLICO MECÂNICO ESTRUTURAL POSTURAL
AS SISTÊMICAS OU METABÓLICAS  TORNAM-SE MECÂNICAS

Incluso as degenerativas articulares.
Diagnóstico focal de lesão global.

Sistêmico é nosso primeiro passo
FOCAL  QUEIXA PERDOMINANTE (US, TC, RM, ENM…)
GLOBAL  RX COLUNA TOTAL + BACIA  PANORÂMICA ORTOSTASE F+P COM CONTRAÇÃO PÉLVICA SEM ESCANOMETRIA DS MMIIS

 

Lesôes por incurtamentos de cadeias musculares com alterações esqueleticas
Lesôes por alongamentos ineficientes de cadeias musculares com alterações esqueléticas
(imagem mostrar ombro e sacroiliaca + flexas de enc + al ombro e sacroiliaca, modulo de cadeia)

Fica claro nesta visão global, a profunda desarmonia mecanica de todos os componentes corporais e das estruturas que circundam uma lesão focalizada.

Bloqueios anestésicos.
Capsulites adesivas agudas crônicas agudas.

Nos chegam como “ombros dolorosos “ ou com diagnósticos fechados de capsulites.
Infinitas alterações mecânicas: bursites, sinovites, instabilidades, entesopatias, entesomiopatias + doenças metabolicas ou sistemicas acopladas.

RX SIMPLES  TUMORES
Em quadros álgicos intensos
Bloqueios (Infiltrações)
Xilocaína ou lidocaína sem vaso-construtor – 4 ml
Corticoides (Dexametazona Sódica 1ml)

(slide foto de infiltração)

Manipulação imediata, suave, buscando abdução, rotações interna e externa fundamentalmente.
Dois a treês bloqueios.
Intervalo de três a quatro dias.
Alongamentos posturais de cadeias anteriores com fixação pélvica.

Inicio imediato de reabilitação globalista após análise de exames.
Neste interim, analgesia e sinesio analítica e globalista.

Capsulites adesivas – sempre crônicas.
Mesmo procedimento em relação aos bloqueios.

Intra articulares sempre.
Capsula sinovial endurecida e hipertrofiada.
Difícil introdução pela ausência de recessos.
Distenção capsular pela ruptura de aderências.
Insuflamento capsular.

Manipulação imediata pela analgesia global intra articular e peri articular.
Liberação parcial de aderências intra articulares.
Início de ganho de amplitude.
Atenuação de processo doloroso.

Duas a três aplicações.
Intervalo de três a quatro dias.

Reabilitação focal imediata globalista.
Alongamento de cadeias anteriores cérvico – tóraco – braquiais + globalista com fixação pélvica.
Início discreto de isometria de cadeias antagônicas posteriores.

Sacro-ileites agudas crônicas.

A nosso ver a grande porcentagem de sacro- ileites agudas inicia-se com sacralgias insercionais, entesopaticas por encurtamento de cadeias posteriores nos pacientes PM (Anteversão pélvica + prevalência de cadeias posteriores)
Nos AM (Prevalência de cadeias musculares anteriores + retroversão pélvica, as lesões são entesomiopáticas)
A configuração clássica das sacro- ileítes só será vista e diagnosticada em um percentual muito pequeno de pacientes

Diagnosticada a etiologia ou não, a implicação do bloqueio mecanico funcional sempre aparece

Utilizamos bloqueios anestesicos frequentemente
Rx simples  tumores
Xilocaína 2% ou lidocaína sem vaso constrictor- 4 ml
Corticóide (dexametazona sódica 1 ml)
(foto infiltração)

Duas a três aplicações.
Intervalo de três a quatro dias.
Alongamentos posturais suaves de cadeias posteriores com contração pelvica (Ganho de ângulo coxo-femural – ACF).
Inicio de reabilitação focal e desconstrutiva imediata com analgesia e metodologia globalista após interpretação de exames.

Sacro-ileítes crônicas.
Mesmos procedimentos.

Grupos de exclusão de uso de corticóides
Diabetes tipo I.
Insulino dependentes.
Cardiopatas.
HAS graves.

Bloqueios anestésicos
Extremamente importantes na terapêutica de dor, porém em nossa visão, trata-se de um coadjuvante na extrema desordem mecânica ampla, que sem uma visão global, sem métodos de desconstrução sinérgica dos desarranjos, todos os quadros serão recidivantes e cronificados.

A visão globalista nos leva sempre a um prognóstico mais efetivo e muito menos duradouro na cronicidade das lesões.
A abrangência protocolar ortopédica e de reabilitação funcional foi denominada.
Reorganização mecânica corporal global.
Na conotação de reabilitação consta de dois tópicos.
Desconstrução globalista mecanicista corporal.
Reconstrução.

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