CONSIDERAÇÕES GERAIS

O RPG, outro método bastante conhecido, foi calcado neste conceito, só que metodologicamente, se perdeu no meio do caminho, e a meu ver, é muito mais DESCONSTRUTOR, baseando-se na coluna, e em posturas longas, cansativas e inócuas, não sendo assim, corretivo, pois tem pouca isometria e tecnicamente, é uma miscelânea de objetivos. Centrado na coluna como referencia.

O PILATES, hoje baseado em cadeias musculares e adaptados aos tempos atuais, pois quando criado em 1931, não havia qualquer visão de cadeias (1947, Mezière). Em 1965, Godelieve Dennis Struiff, tornou o conceito de Cadeias Musculares, mais técnico. Assim sendo, posso afirmar que o Pilates, é RECONSTRUTOR!!


VOCÊ CONSTRUIRIA MUSCULATURA DE QUALQUER ORDEM EM CORPOS NESTAS CONDIÇÕES? 
VOCÊ ESTARÁ PEDINDO À SER LEVADO À UMA LESÃO!

COM FIXACÄO ABDOMINAL

Como construir sobre corpos desalinhados clínica e mecanicamente???

Como construir sobre corpos diferentes, em estágios corporais e geneticamente diferentes???

Como construir sobre alicerces tortos???

Não há semana, sem que atendamos vários pacientes, advindos de outras práticas, venham lesionados, porem poderão ser úteis, se estes pacientes forem orientados adequadamente na
Reconstrução, no Pós-Desconstrução.

E existem causas claras e sabidas para estas lesões!!! Cito o RPG e o PILATES, por serem CADEISTAS. MAS ISSO, É VIVÊNCIA CLÍNICA!

RPG é desconstrutora, com referência na coluna e o PILATES é reconstrutora, com fixação abdominal. Ou se usa referências conceituais, ou não se indica!!

Este programa que eu desenvolvi, não é de siglas, chama-se REORGANIZACÄO MECÂNICA CORPORAL GLOBAL, calcado em Cadeias Musculares Globalista Mecanicista (característica Ortopédica Biomecânica).

PC Ortho Rehab
REFERÊNCIA PÉLVICA: sempre é o fundamento conceitual e metodológico.

Ortopédico e Reabilitação protocolar do diagnóstico ao seu término em mesma linha conceitual, criado na Clínica Ortopédica Hélio Sardas, pelo Dr. Hélio Sardas e Equipes Fisioterápicas, apresentado em Congresso de Dor, levado para apreciação técnica à Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

Nosso processo de marca P.C ORTHO REHAB, em evolução, di< respeito à qualquer trabalho científico ou metodologia, que utilize a CONTRACÄO PÉLVICA, como referência corporal.

A segmentação e prática, serão apresentados em tópicos, hoje a nosso ver, necessários para que não haja desvios conceituais ou metodológicos, com prejuízo aos pacientes.

Acreditamos, que há muito a percorrer na quebra de paradigmas, e aceitação de conceitos, diante de toda uma especialidade já consolidada e cremos também, que a abrangência de todo esse contexto, em praticamente todo universo, de prevenção, tratamento performance e rendimento corporal, com auxílio de equipes, que fogem à nossa especialização, na área de segmento do trabalho, esportiva e de manutenção de idosos.

A aplicabilidade deste método, em Saúde Pública, com protocolos firmados, é simples de reabilitação, desde que com supervisores preparados. Já na formação de futuros atletas, a aplicabilidade, permitirá a que cheguem à suas atividades futuras com corpos absolutamente funcionais e com complementação de talentos e aptidões inerentes à estas pessoas.
TUDO É PRÉVIO ao que se vai realizar! TUDO È PREVENTIVO!

Mas também é CURATIVO, que é o que vivemos, pela nossa atividade profissional, onde atendemos pacientes, e nossas estatísticas, nos levam à 90% de corpos “imperfeitos” e 92% de lesões com afecções ou alteração de comorbidades não diagnosticadas.

Vivemos em várias áreas neste longo período. Como ortopedista clássico, por mais do que 20 anos, observei muito, vários grupos:
– de pacientes habituais, em todas faixas etárias;
– de atletas em formação, com treinamentos inadequados;
– de atletas “de fim de semana”, sem orientação;
– de esportistas obesos, despreparados corporalmente;
– de idosos, ou quase, vindos da minha geração ortopédica.
A estes grupos, era atribuído um tratamento focalizado e segmentado, como por exemplo:
– de dores nas costas (com indicação de cirurgia da coluna)
– de dor no ombro (com indicação de cirurgia de ombro)

Estes idosos ou quase, se arrastam hoje, com quadros já instalados de OA (osteo-artrose) de coluna, quadril, joelho etc, e estão aguardando cirurgias por décadas, e estão fazendo fisioterapia, que não leva á nada, estão ingerindo medicamentos cada vez mais onerosos e com mais contraindicações.

A nosso ver, presuncosamente, chegamos às causas, até aonde é viável hoje em dia, e atuamos sobre elas. E obtivemos resultados altamente gratificantes, com o aprimoramento técnico.

Este enfoque prévio, é o que queremos levar à todas as áreas que for nos possível, entregando “de bandeja”, pessoas, razoavelmente prontas para não sofrerem lesões, que permaneçam saudáveis, que realizem atividades físicas corretamente, que tenham performances compatíveis com seu biotipo, talento e técnica. E , que vivam com qualidade de vida.

É fundamental, formar-se profissionais que compactuem e torne isso, uma especialidade generalizada ortopédica, com ensino curricular de Residência e Pós-Graduação.

Pode parecer pretensioso, utópico, megalomaníaco, mas enxergo isso!

Clique aqui e vide artigo – Revista Prática Hospitalar