RECONSTRUÇÃO CORPORAL

VAMOS VOLTAR AOS NOSSOS PROTOCOLOS

  1. ORTOPÉDICOS
  2. REABILITAÇÃO

ORTOPÉDICO:

                       AVALIAÇÃO SISTÊMICA OU METABÓLICA

                                                    

                       MECÂNICA ESTRUTURAL: – FOCAL
                                                                               – GLOBAL

                        MECANO FUNCIONAL COM REFERÊNCIA PÉLVICA

 

REABILITAÇÃO:

                        DESCONSTRUÇÃO

                       RECONSTRUÇÃO:

                                                A: MUSCULATURA PROFUNDA (FIBRAS AERÓBIAS)

                                                B: MUSCULATURA SUPERFICIAL (FIBRAS ANAERÓBIAS)

Iniciaremos a descrição conceitual e metodológica, ressaltando ser nesta fase, de RECONSTRUÇÃO, baseada na ATIVAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E REDISTRIBUIÇÃO HOMOGÊNEA de fibras musculares de contração lenta (aeróbias, através de exercícios unicamente ISOMÉTRICOS, realizados com RESISTÊNCIA AO FECHAMENTO DE UMA CADEIA MUSCULAR, em sua conceituação básica).

A RECONSTRUÇÃO de musculatura anaeróbia (fibras de contração rápida) não faz parte de nosso protocolo de tratamento, apesar de sua parcial efetivação, ao nosso ver, pela diversidade conceitual utilizada em vários segmentos de atividade física e da impossibilidade de à termos sobre nosso controle, sendo pertinente à preparadores físicos, fisiologistas e outros.

Vale ressaltar, que nesta fase não estaríamos mais tratando de pacientes, e sim de ESPORTISTAS, fugindo ao nosso foco de atuação médica.

Nossa função é tratar pacientes, lesionados ou com afecções ortopédicas.

Deixemos as considerações de temas tão polêmicos para colocações posteriores.

Sigamos nossos protocolos em contraposição aos fundamentos acadêmicos atuais, ao meu ver,  contestáveis, por tudo já descrito.

Assim:

  1. Todas as configurações de ‘’SCOUTING’’ musculares perdem o sentido, quando aventamos biomorfologias corporais e específicas como referências, em faixas etárias, com atividades diversas, com funcionalidade corporal limitada, por prevalência de cadeias agônicas.
  2. Os testes, dos mais simples ao sofisticados, de equilíbrios musculares, não dão suporte, por inviabilidade técnica, de confirmação dos ‘’SCOUTING’’ de tipos de fibras, ou mesmo sua distribuição, pelos fatores acima citados.
  3. A quantidade, distribuição, e efetividade destas fibras IA, IIA, IIB, só seriam viáveis de comprovação, com biópsias musculares múltiplas e avaliações periódicas, pós treinamento, o que torna social, ética e funcionalmente inviáveis de realização.

Portanto, com essas ponderações, discordamos da grande maioria de conceitos, métodos de ‘’ fortalecimento’’ e avaliações nesses quesitos.

PRINCIPALMENTE, O QUÊ, QUANDO E ONDE FORTALECER?

O relato aqui colocado anteriormente de REFERÊNCIA, ALINHAMENTO, NEUTRALIDADE E FLEXIBILIDADE PÉLVICA, COM RESULTANTES EM EQUILÍBRIO SAGITAL, simplesmente colocaria em harmonia os reais ‘’SCOUTING’’, ainda oculta na distribuição, força, resistência e eficiência desses grupos musculares, na realidade CADEIAS MUSCULARES INTEIRAS. Na realidade, as verdadeiras.

Qualquer estudo muscular, cremos, deveria levar tais fatores como fundamentais nestes ‘’SCOUTING’’.

Nosso trabalho, como já dito, iniciou-se com o conceito globalista de CADEIAS MUSCULARES do método de REEDUCAÇÃO POSTURAL GLOBAL – RPG ( PHILIPPE SOUCHARD) – PREDOMINÂNCIA DESCONSTRUTIVA. NA REALIDADE EM ESTUDOS PRIMÁRIOS DE GDS.

Mesmo com todo mérito do que foi trazido, não encontramos condições técnicas ortopédicas, mesmo na incipiência de nosso trabalho naquele momento.

Se desconstruíssemos, deveríamos reconstruir.

Porém, ISOMÉTRICOS focados na coluna vertebral (posturais), inviabilizavam nossa pretensa reconstrução global.

Levamos de forma incorreta conceitualmente, alguns de nossos pacientes em início e meio de tratamento (livre escolha), para uma academia, para mesmo com nossas limitações conceituais naquele momento, com a finalidade de fortalecimento, dentro dos padrões vigentes, (predominância de exercícios isotônicos), obtermos os resultados que buscávamos.

Tivemos DESASTRES E BOAS SURPRESAS!

Quais foram os desastres?

Nos pacientes em início de tratamento, fortalecemos estruturas desalinhadas e despreparadas funcionalmente.

É o que se faz ao nível geral até os dias atuais!!

A resultante de tal metodologia, foi à ocorrência de lesões ortopédicas em relação aos pacientes iniciais, e a pouca incidência naqueles já relativamente flexibilizados, quando tivemos uma remissão de sintomatologia evidente.

Mas, somente mais tarde, verificamos que tais resultados eram provisórios e conceitualmente incorretos.

Exercicios isotônicos não se prestam a isto!

São reforços, porem ilusórios em nossa proposição.

São nos protocolos atuais, os últimos a serem restituídos.

O que nos levou a 1º conclusão discordante do que é feito até hoje, em atividades quaisquer, principalmente físicas:

E o que NÃO deveríamos fazer!

Não se constrói musculatura em hipertrofia, em corpos em desalinhamento, afuncionais e despreparados para as mais variadas funções. Fixa-se a ‘’deformidade’’!

Voltemos… busque-se primariamente EQUILÍBRIO SAGITAL

Passamos alguns anos, complementando RPG original (desconstrutivo), com outra metodologia vigente, reconstrutiva, isométrica.

IS0-STRETCHING (BERNARD REDONDO)

Os resultados do que pretendíamos, melhoraram em muito, com aplicação sequencial e dissociada destes dois métodos.

Faltava algo. Ao nosso ver, um tanto anárquica na conceituação e aplicabilidade ao que buscávamos

Ao ínicio o RPG (modificado-iniciamos a contração pélvica), seguindo-se o ISO-STRETCHING como tentativa de distribuição homogênea de fibras de contração lenta.

Porém, ambas metodologias visavam a COLUNA VERTEBRAL como referência corretiva. Uma prioritariamente Desconstrutiva, a outra Reconstrutiva.

Visávamos O TODO.

Anexamos exercícios isométricos, realizados por auxílio de EDUCADORES FÍSICOS treinados, como complemento das duas práticas.

Obtivermos ótimos resultados, porém visto sobre o ponto de vista conceitual, se tornavam paliativos e pobres sob o ponto de vista acadêmico.

Nesse interim, adiantávamos nossa visão de REFERÊNCIA PÉLVICA.

Tudo até hoje, visa a coluna vertebral, ao nosso ver, ERRONEAMENTE,  por todo já exposto.

E concluímos que deveríamos pesquisar em uso, nossos próprios conceitos, e não os alheios.

Como médicos e não fisioterapeutas (igualmente importantes), tínhamos por obrigação seguirmos tecnicismo, Anatomia, Fisiologia e principalmente a PATOLOGIA ORTOPÉDICA, pois o que fazemos é atender PACIENTES com QUEIXAS ORTOPÉDICAS.

Portanto: RECONSTRUÇÃO CORPORAL

CONCEITOS

METODOLOGIA

PARÂMETROS INÍCIAIS

  1. REFERÊRENCIA PÉLVICA
  2. Pacientes com afecções sistêmicas ou metabólicas, COMPENSADOS CLINICAMENTE.
  3. CORREÇÕES ESTRUTURAIS CORRIGIDAS (dismetrias principalmente) e ALINHAMENTOS, não de correção, mas, de distribuição de sobrecargas mecânicas.
  4. ÂNGULAÇÕES CONQUISTADAS NA DESCONSTRUÇÃO
  5. PACIENTES ASSINTOMÁTICOS

 

CONCEITOS DE INÍCIO TERAPÊUTICO-METODOLÓGICO

 

  1. EXERCÍCIOS ISOMÉTRICOS SOMENTE
  2. SINERGIA- TODAS CADEIAS ENVOLVIDAS
  3. SIMETRIA- fundamental tanto nos ALONGAMENTOS como nos ISOMÉTRICOS RECONSTRUTIVOS
  4. AVALIAÇÕES CLÍNICAS PERMANENTES, tais como ganhos de tempo crescentes em contração isométrica globalista, o que nos demonstra a ativação de fibras aeróbias inativadas, ou a transformação de treinamento de fibras anaeróbias em aeróbias. (nossa concepção). Parta da resistência isométrica acima de 30”.

A inativação de fibras aeróbias existentes em compartimentos desalinhados as tornam inoperantes na eficiência de movimentos, por ausência de tônus muscular.

‘’Tais análises são avaliáveis facilmente com o evoluir do treinamento’’.

São exercícios complexos até seu entendimento pelo paciente.

Utilizados em vários exercícios na desconstrução, com alongamentos, visa-se o oposto, às cadeias antagônicas, com contração isométrica.

Alonga-se na DESCONSTRUÇÃO, CONTRAI-SE COM RESISTÊNCIA NA RESCONSTRUÇÃO.

Porém  assimilados, devemos estimular a serem feitos a qualquer momento do dia.

Acelera-se o ‘’TREINAMENTO’’ de fibras musculares.

Como não há outra forma, a avaliação é clinica.

Não há como quantificarmos estas transformações ou ativações, a não ser clinicamente.

Em trabalho habitual, o paciente é trabalhado:

Duas vezes por semana, em sessões de 60”.

Todos os exercícios foram desenvolvidos com o auxilio de várias equipes de fisioterapeutas (CADEÍSTAS), incorporando qualidade técnica à conceitos.

O tempo de ‘’treinamento’’ (RECONSTRUÇÃO HOMOGÊNEA) é extremamente variável.

Atletas amadores, porém habituais, já possuem um ‘’SCOUTING’’ desenvolvido nessa qualidade de fibras, com dependência genética e na modalidade de atividade física.

Vide corredores de curta e longa distância

Sedentários, exceto sua biomorfologia genética, são extremamente variáveis.

Idosos, normalmente adotam a prática de forma permanente, como atividade física e manutenção de funcionalidade corporal (ausência de lesões e estabilização das pré-existentes), e melhoria de qualidade de vida pela estabilização de afecções degenerativas, e com quadros álgicos já minimizados ou estabilizados.

Exemplificando:

Paciente com 71 anos, sexo feminino, etnia oriental, AM.

Osteo-artrose bilateral de joelhos, genu varo, escoliose, dor crônica em ombro esquerdo e lombo sacra.

Atendida em 2009, com indicação de ATJ bilateral. Apresentava concomitantemente queixa de sacro-lombalgia e imagem (R.M) de ruptura parcial de supra-espinhal de ombro esquerdo.

Confirmação de indicação por quadro clinico e imagens (R.M).

Alta incapacitação funcional. Nível de dor 8-9.

Encontra-se até o presente momento em ‘’tratamento’’ neste serviço.

Paciente não operada.

Assintomática há anos.

Fundamental, durante a Reconstrução, pela atividade isométrica, que se mantenham através dos exercícios de Desconstrução, as angulações funcionais obtidas. Cuidado este permanente na observação clinica de fisioterapeutas e médicos.

A tendência, quando não atentos, é a recidiva do enrijecimento esquelético pré-desconstrução, principalmente em sedentários, idosos e atletas habituais por hipersolicitação muscular de cadeias musculares já estabilizadas.

Mas, com orientação e aderência adequada, não é o usual!

  1. Após a Desconstrução, o paciente encontrar-se-á em condições corporais de início e incrementação gradativa de qualquer atividade, sem sobrecargas.
  1. A atividade física, lúdica de cada paciente é, e será sempre respeitada, dentro da fisiologia, ganho muscular e resistência.
  1. O Reinicio de atividade física, ASSINTOMATÍCA já vinha sendo processada, na fase Desconstrutiva, inicialmente com caminhadas  de 30”, 3-4 vezes por semana e outras práticas de sua preferência, com respeito à funcionalidade, carga de atividade e preferências pessoais, sempre de forma gradativa.
  1. Avaliar na incrementação das mesmas, qual atividade física solicita qual tipo de movimento, na incrementação de específicos grupos musculares. Ressalte-se a importância da biomorfologia (AM-PM)

NADA QUE VÁ AO ENCONTRO DOS INCREMENTOS DE INCLINAÇÃO E RIGIDEZ PÉLVICA (FIXAÇÃO MUSCULAR), DEVE SER PERMITIDO!

EXEMPLIFICANDO:

CORRIDA (INCREMENTO LOMBAR 6Xs SUPERIOR À MARCHA).

Tudo deve ser gradativo

Mantendo-se as angulações já obtidas

Ganhando-se tônus e força distribuída homogeneamente.

Incrementando-se os objetivos físicos de cada paciente, porém com FUNCIONALIDADE.

Nunca se deve partir para atividades de hipertrofia  muscular nesta fase.

O EQUILIBRIO SAGITAL Conquistado parcialmente:

Não admite estes incrementos

Os reforços musculares segmentares e inadequados no conceito usado:

São limitativos

São anti-funcionais

Não permitem o uso amplo de cada segmento corporal

Nos levam a lesões, multiplamente rotulados.

Não permita novas sobrecargas segmentares

Os centros gravitacionais estarão realinhados.

NÃO OS DESTRUA, e não permita que se retorne à lesões ou afecções que lhe trouxeram às queixas, muitas delas, cirúrgicas.

E, em limiares cirúrgicos, com certeza consegue-se postergar uma série de procedimentos até então inadiáveis, segundo protocolos ortopédicos atuais.

Não concordamos com muitos deles, e suas indicações cirúrgicas nos padrões atuais.

ALGUNS PROCEDIMENTOS

CONTRAÇÃO PÉLVICA SEMPRE

FLEXIBILIZAÇÃO DE USO GLOBAL DE CADEIAS MUSCULARES EM MOVIMENTOS DIVERSOS

ISOMÉTRICOS SEMPRE (RESISTÊNCIA CONTRA O FECHAMENTO DE UMA CADEIA MUSCULAR)

RESSALTE-SE: 

Todos exercícios com contração pélvica.

A sinergia de movimentos vai ao encontro de resistência de todas as formas:

Adução de membros superiores contra o tórax com resistência

Compressão de calcanhares contra o solo em posição neutra. Tentativa de rotação interna e externa de extremidades distais dos membros inferiores, em simulação, com resistência do solo, tanto calcânea como de ante-pé.

Contração de musculatura cérvico-dorso-lombar contra resistência.

Todos sinergicamente.

E vários outros movimentos que podem ser propostos seguindo a mesma linha conceitual.

Seriam os exercícios isométricos suficientes?

Para pacientes com as mais variadas queixas clínicas como terapêuticas, harmonizadores e distributivos, acreditamos que sim.

Desde que globais e de intensidade adequada.

A nossa função é tratar!

Já, como preparação física, vamos deixar aos profissionais da área que os façam, com exercícios ISOMÉTRICOS, ISOTÔNICOS, ISOCINÉTICOS

Mas, respeite-se a função

Respeite-se conceitos e princípios. Respeite o Equilíbrio Sagital.

Respeite o corpo naquele estado funcional, e como evitar a piora ou recidivas por falhas conceituais e técnicas.

Não deixe destruir o conquistado

Infelizmente é o que vivenciamos diariamente

E fique claro:

Não falamos em MEDICINA ESPORTIVA, e sim, em PATOLOGIA ORTOPÉDICA.

Poucos são atletas!

Não há a menor necessidade de transformamos indivíduos comuns em atletas profissionais

Não há genética pra isso

Não há corpo funcional para isso

São meros pacientes com queixas musculo-esqueléticas.

ATIVIDADE FÍSICA – SEMPRE!

ESCOLHAS ERRADAS NA INDICAÇÃO, METODOLOGIA E INTENSIDADE- NUNCA!

CONSIDERAÇÕES GERAIS

Por todos justos motivos, a atividade física é estimulada nos últimos anos, por toda classe médica, arrastando a mídia nestes objetivos de manutenção da saúde.

Esta generalização, ao meu ver, trouxe enormes benefícios e surpreendentemente, enormes danos.

Sob o ponto de vista clínico os resultados são enormemente POSITIVOS.

Sob o ponto de vista ortopédico, por todos fatores já citados em outros blocos, com muita frequência, DANOSOS!

Perguntam-nos com frequência, se somos contrários às atividades físicas?

Evidente que não!

Somos sim, contrários à massificação, a criação de paradigmas impositivos, métodos, jogados aleatoriamente ao público de modo geral, sem avaliações condizentes por quem deveria prescrever, orientar, e porque não, entender o que se preconiza.

Métodos modistas não podem se transformar em causadores de lesão, de forma anáquica.

Quem trata prioritariamente do Aparelho Locomotor , somos nós ortopedistas.

Os fisiatras, salvo exceções, se afastaram de muitas práticas à eles pertinentes. Salvo em Hospitais-Escola, aonde existe integração entre Ortopedia-Fisiatria.  Mas, mesmo nestes, discordamos de conceitos.

Os fisioterapeutas, assumiram como serviço complementar, ainda que fundamental, a condução quase que isolada desta fase do tratamento médico.

Sem citar as demais categorias profissionais, igualmente importantes, tais como Educadores Físicos, Fisiologistas e outras.

Sem falarmos de Metodologias Alternativas, que preferimos não entrar no mérito. O tecnicismo é prevalente sempre!

Em uma equipe multidisciplinar há de haver quem assuma tecnicamente a efetivação de um projeto.

Em qualquer área.

Porém quando outros parâmetros se acentuam, se desvirtuam, tal hierarquia é quebrada, com resultados nefastos.

Nós ortopedistas, hoje totalmente voltados à áreas de atuação em sub-especialidades, magníficas no plano cirúrgico, esquecemos os primórdios da profissão e da própria Ortopedia.

TRATAMENTO CONSERVADOR

DESCOBRIR AS CAUSAS (ETIO-PATOGENIA), é obrigação para qualquer profissional terapeuta.

Mesmo os tratamentos conservadores atuais, dos simples aos sofisticados, são meramente sintomáticos.

Medicamentoso (não importa a sofisticação) à não ser paliativa.

Fisioterapia convencional (Analgesia), Acupuntura, RPG, Pilates e outros.

Regenerar cartilagens articulares em osteo-artroses?

Tudo ainda é foco de estudos, porém, de lesões crônicas já instaladas.

O que levou à elas?

Tratar certas formas de osteoporose?

E as doenças de base? E os desalinhamentos esqueléticos?

Procedimentos semi-invasivos medicamentosos, regeneradores cartilaginosos?

Tratamentos por ‘’Ondas de choques’’, em calcificações cronificadas?

E AS CAUSAS? E AS INCORREÇÕES CORPORAIS ESTRUTURAIS E FUNCIONAIS JÁ CITADAS?

Esta omissão, descuido diagnóstico, e ‘’Entrega’’ de tratamento que deveriam ser objeto de pesquisa, foi o que prevaleceu.

Por falta de interesse do que não é cirúrgico!

Por interesses amplos em todos aspectos.

Atos cirúrgicos desnecessários, não por má fé, mas, pela falta de busca preventiva e etio-patogênica de dezenas de afecções.

Opera-se o que a “Academia” decide (o que é o correto), porém, estará a ‘’Academia’’ sempre correta em seus conceitos?

O total distanciamento do Médico Tratador, das equipes de Reabilitação são assustadoras.

O primeiro atende e prescreve (o quê??)

O Reabilitador trata (o quê??)

SÃO LINHAS PARALELAS

Não há protocolos mundiais nas duas áreas que sigam as mesmas linhas conceituais, do início ao término do tratamento.

As mais variadas categorias a executam sem a menor sincronia, identificação conhecimento e interesses de linhas conceituais desses tratamentos.

Cada um faz sua parte! Embasados em quê?

Os fatores todos já indicados inutilizam cirurgias tecnicamente perfeitas, pelo descuido diagnóstico de tudo que levou o paciente à mesa cirúrgica.

As causas continuam lá, intactas!

Voltando ao que dizíamos:

A atividade física é IMPOSITIVA, porém:

Sem dor.

Com o corpo que individualmente que temos.

Com o devido preparo funcional.

Com fundamentos rígidos conceituais, que cada atividade física exige, pensando técnica e não ludicamente, ou por modismos.

Os conceitos de décadas ao nível ortopédico, precisam ser mudados!

A especialidade, nos dois planos CONSERVADOR E CIRÚRGICO:

É MECÂNICA!

Qualquer ato cirúrgico ortopédico, que não em tratamento de tumores, mas incluso nestes, visa o ALINHAMENTO ANATOMICO CORPORAL, recompondo-se o correto.

É BIOMECÂNICO.

Quem nos procura,  são Pacientes, não Atletas!

Deixemos estes para a Medicina Esportiva, porém, que se mudem os conceitos Ortopédicos e de Reabilitação Esportiva (Cure a lesão e reforce a musculatura!!)

AO MEU VER, DIAGNOSTIQUE, TRATE A LESÃO, CORRIJA AS IMPERFEIÇÕES E RECONSTRUA (REFORCE) EM EQUILÍBRIO SAGITAL!

Que se disponibilize o corpo sagitalmente equilibrado esquelética e muscularmente, para que se trate adequadamente, se previnam afecções ou lesões, e que se entenda o que cada conceito, metodologia lúdica ou não, representa na manutenção da higidez física, com ou sem atividades, resultando em saúde, no sentido mais amplo para nossos pacientes.

Quanto à atividade física e certos paradigmas:

‘’GESTO ESPORTIVO’’ perfeito se conquista com o corpo, no sentido amplo e global, em condições de realizá-lo.

Caso contrário perde-se tempo, eficiência, performance, em todo universo de atividade, e ganha-se LESÕES.

Todas as atividades atuais, até as utilizadas em expressivas estruturas esportivas, com os mais modernos programas, fogem à tudo isto.

ESTABILIZA-SE A PÉLVIS-DESALINHADA EM ANTE OU RETRO VERSÃO.

À fixação com reforços musculares, com referência abdominal.

Equilibra-se ilusoriamente, pois não há alinhamento, nem caracterização de distribuição e prevalências de fibras musculares.

Omite-se a biomorfologia individual.

As mensurações segmentares são ilusórias, pois não se tem diferenciação do que é suporte musculo-esquelético (fibras aeróbias) em relação ao que é complementar de hipertrofia muscular (fibras anaeróbias).

As afecções ou lesões não surgem pela atividade em si.

Surgem pelo despreparo corporal para aquela atividade.

INVERTA-SE TUDO!

Os componentes que nos cercam, aparelhos de ultima geração, pistas perfeitas, vestuário, são fundamentais, porém o predomínio é sempre do preparo corporal individual.

Diariamente atendemos pacientes em todas faixas etárias, biomorfologicamente diversos, sequelados, com afecções crônicas de toda ordem.

A quase totalidade realizando tratamentos e atividades físicas as mais variadas.

FISIOTERAPIA

ACUPUNTURA

QUIROPRAXIA

RPG

PILATES

E OUTROS.

SEM RESULTADOS EFETIVOS E DEFINITIVOS.

 

E, EM ATIVIDADES FÍSICAS VARIADAS

MUSCULAÇÃO

HIDROGINÁSTICA

CORRIDA

PILATES

TREINAMENTOS FUNCIONAIS

CROSS-FIT

E TANTAS OUTRAS MODALIDADES ESPOERTIVAS.

COM LESÕES FREQUÊNTES

Uma simples dismetria nos leva a diferenças Hemi-corporais de alongamentos ou de fortalecimento assimétrico.

As práticas contínuas de atividades sem os critérios citados nos levam sempre as lesões. Mesmo as predominantementes isométricas. (Surf, judô, luta Greco-romana e eoutras).

As práticas que levam à hipertrofias musculares, se tornam altamente restritivas, e os resultados são efêmeros, estética e funcionalmente.

Porque ‘’atletas’’ amadores ou não, e esportistas de modo amplo, apresentam de modo geral, corriqueiras lesões de forma recidivante?

Lesões de manguito rotador?

Epicondilites e epicondiloses?

Cervico-dorso-lombalgias recidivantes?

Lesões púbicas?

Lesões de adutores?

Lesões posteriores da coxa?

Incremento de lesões de LCA?

Tendinites patelares?

Condropatias patelares?

Porque fraturas ‘’STRESS’’, ‘’Canelites’’, enteso e entesomiopatias, nos mais variados segmentos?

Fascítes plantares?

E tantas outras?

 

OBSERVE SEMPRE A BIOMORFOLOGIA E SUAS PREVALÊNCIAS MUSCULARES!

TANTO NOS AM COMO NOS PM, OS ENCURTAMENTOS NOS LEVAM À LESÕES ENTESOPÁTICAS (OMBROS, JOELHOS, TORNOZELOS, PÚBICAS, QUADRIS).

ASSIM COMO NAS DUAS BIOMORFOLOGIAS, OS ALONGAMENTOS INEFICIENTES (INSUFICIÊNCIA DE FIBRAS AERÓBIAS) DE CADEIAS, NOS LEVAM  À LESÕES ENTESOMIOPÁTICAS OU MUSCULARES.

SÃO LESÕES TOTALMENTE DIVERSAS NAS SUAS CAUSAS E PORTANTO NA SUA INTERPRETAÇÃO.

COMO JÁ DITO, E OBSERVANDO-SE MECANICAMENTE AS IMAGENS, COM AS CORREÇÕES DEVIDAS ESQUELÉTICAS, NEUTRALIDADE E FLEXIBILIZAÇÃO PÉLVCA, ESTAREMOS ‘’ESVAZIANDO’’ LESÕES INSERCIONAIS NOS ALONGAMENTOS, E GANHANDO TÔNUS E ENCURTAMENTOS NOS SEGMENTOS ALONGADOS DE FORMA INEFICIENTES.

 

PORÉM  HÁ DE HAVER UMA REFERÊNCIA CORPORAL.

            A PÉLVIS EM POSIÇÃO NEUTRA E FLEXÍVEL!

POR TUDO JÁ DITO, DISCORDAMOS ISOLADAMENTE DAS ‘’RECONSTRUÇÕES’’ E REFORÇOS MUSCULARES HABITUALMENTE ULTILIZADOS.

HÁ DE SE PREPARAR, CORRIGIR, RECONSTRUIR PARA QUE SE ATINJA A HIGIDEZ CORPORAL PRONTA À QUALQUER ATIVIDADE!

O PROGRAMA NA SUA TOTALIDADE FOI ROTULADO:

REORGANIZAÇÃO MECÂNICA CORPORAL GLOBAL


BODY RECONSTRUCTION

BACK TO OUR PROTOCOLS

  1. ORTHOPEDIC
  2. REHABILITATION

ORTHOPEDIC:

                       SYSTEMIC OR METABOLIC ASSESSMENT

                                                    

                       STRUCTURAL MECHANICS: – FOCAL
– GLOBAL

                        MECHANO-FUNCTIONAL WITH PELVIC REFERENCE

 

REHABILITATION:

                       DECONSTRUCTION

                       RECONSTRUCTION:

                                                A: DEEP MUSCLES (AEROBIC FIBERS)

                                                B: SUPERFICIAL MUSCLES (ANAEROBIC FIBERS)

We begin with a conceptual and methodological description of the RECONSTRUCTION PHASE, based on ACTIVATION, DEVELOPMENT AND HOMOGENEOUS REDISTRIBUTION of low twitch muscle fibers (aerobic, via exclusively ISOMETRIC exercises performed with RESISTENCE TO THE CLOSURE OF A MUSCLE CHAIN, in its basic conceptualization).

Anaerobic muscle RECONSTRUCTION (fast twitch fibers) is not part of our treatment protocol, although we believe it is partially achieved, given the conceptual diversity employed in several segments of physical activity and the fact that it cannot be controlled. Anaerobic muscle reconstruction is of interest to athletic coaches, physiologists and others.

To be emphasized: In this phase, we would no longer be treating patients, but SPORTSMEN – and therefore moving away from a medical focus.

Our role is to treat injured patients or those suffering from orthopedic conditions.

Let us not touch on controversial topics for the time being.

Let us stick to our protocols, in contraposition to current (in my view, disputable) academic concepts.

Therefore:

A – All muscle SCOUTING configurations lose their meaning when we take specific body biomorphologies for reference in patients in different age groups, practicing different physical activities and presenting with limited body functionality due to prevalence of agonist muscle chains.

B – Muscle balance tests, from very basic to sophisticated, are technically unable to confirm fiber type scouting or even redistribution in the light of aforementioned factors.

C – Confirmation of IA, IIA and IIB fiber count, distribution and effectiveness can only be achieved via multiple muscle biopsies and periodical post-training evaluations, and is therefore not feasible due to social, ethical and functional constraints.

Hence, with these thoughts in mind, we disagree with most concepts, “strengthening” methods and related assessments.

 

IN PARTICULAR, WHAT, WHEN AND WHERE TO STRENGTHEN?

 

As alluded to, REFERENCE, ALIGNMENT, NEUTRALITY AND PELVIC FLEXIBILITY LEADING TO SAGITTAL BALANCE, would simply harmonize true SCOUTINGS eventually hidden in distribution, strength, resistance and efficiency of these muscle groups or ENTIRE MUSCLE CHAINS – actually the true ones.

We believe these are critical factors in these SCOUTINGS, which should be taken into account in any muscular studies.

As previously mentioned, our work began with the holistic MUSCLE CHAIN concept behind PHILIPPE SOUCHARD’S GLOBAL POSTURAL RE-EDUCATION (GPR) method – EMPHASIS ON DECONSTRUCTION. IN FACT, WE FOLLOWED IN THE STEPS OF PRIMARY GDS STUDIES.

Despite the merit of all that was contributed, we did not have technical orthopedic conditions, even though we were then starting our work.

Deconstruction would require reconstruction.

However, ISOMETRIC EXERCISES focusing on the spine (postural) would render our intended global reconstruction unfeasible.

Relying on incorrect concepts, we took some of our patients who were starting or midway through treatment to a gym (on their own free will) to work on muscle strengthening according to current standards (predominance of isotonic exercises), hoping to achieve the expected results.

There were DISASTERS AND GOOD SURPRISES!

Which were the disasters?

In patients starting treatment, we ended up strengthening misaligned and functionally unprepared structures.

This is still done in general practice!!

As a result, patients starting treatment suffered orthopedic lesions, compared to low incidence of similar lesions in those who had already acquired some flexibility, in whom symptom remission was evident.

However, only later did we realize these results were transient and conceptually incorrect.

This is not the purpose of isotonic exercises!

These are reinforcements, but deceptive in the context of our proposition.

In current protocols, they are the last to be introduced.

This led us to the first conflicting conclusion regarding current practices in any activities, particularly physical activities:

And what should NOT be done!

Muscle hypertrophy cannot be achieved in a misaligned, non-functional body, unprepared to execute a myriad of functions. On the contrary, “deformities” are perpetuated in this manner!

Let us go back a step… our primary aim should be SAGITTAL BALANCE

We spent a couple of years complementing the original GPR method (deconstructive) with another current reconstructive, isometric method.

 

IS0-STRETCHING (BERNARD REDONDO)

 

Intended results improved a lot with sequential, dissociated application of both methods.

But something was missing. There seemed to be something anarchical in the concept and applicability regarding what we were searching for.

First GPR (modified – i.e., starting with pelvic contraction), then ISO-STRETCHING to promote homogeneous distribution of slow twitch fibers.

However, both methods – one primarily Deconstructive and the other Reconstructive – took the SPINE as a reference for correction.

Our aim was THE WHOLE.

Isometric exercises performed under the guidance of trained PHYSICAL EDUCATORS were then included to complement both practices.

Results were excellent, but still conceptually palliative and academically poor.

Meanwhile, we developed our PELVIC REFERENCE view.

To this day, everything is aimed at the spine – INCORRECTLY, we believe, based of everything that has been discussed so far.

Our conclusion was that our own concepts should be investigated in practice, not someone else’s.

As physicians, not physiotherapists (equally important), we had a duty to take technical, anatomical and physiological aspects into account, and, more important, to focus on the ORTHOPEDIC PATHOLOGY, as our job is to see PATIENTS with ORTHOPEDIC COMPLAINTS.

Therefore: BODY RECONSTRUCTION

CONCEPTS

METHODOLOGY

INITIAL PARAMETERS

A – PELVIC REFERERENCE
B – CLINICALLY COMPENSATED
patients suffering from systemic or metabolic conditions.
C – CORRECTED STRUCTURAL CORRECTIONS (particularly dysmetria) and ALIGNMENTS, not aimed at correction, but at distribution of mechanical overloads.
D – ANGULATIONS CONQUERED IN DECONSTRUCTION
E – ASYMPTOMATIC PATIENTS

INITIAL THERAPEUTIC-METHODOLOGICAL CONCEPTS

A – ISOMETRIC EXERCISES ONLY
B – SINERGISM- ALL CHAINS INVOLVED
C – SYMMETRY-
vital in STRETCHING as well as in RECONSTRUCTIVE ISOMETRICS
D – ONGOING CLINICAL ASSESSMENT,
such as progressive time gains in global isometric contractions indicating activation of inactive aerobic fibers or transformation of anaerobic into aerobic fibers in response to training (our understanding). Begin with isometric resistance longer than 30”.

Inactivation of aerobic fibers in misaligned compartments compromises their contribution to movement efficiency due to lack of muscle tone.

‘’These analyses can be easily assessed as training progresses’’.

These are complex exercises until they are properly understood by patients.

When used in different deconstruction exercises in combination with stretching, the goal is the opposite – antagonist muscle chains, with isometric contractions.

Stretching belongs with DECONSTRUCTION; CONTRACTION AGAINTS RESISTANCE belongs with RECONSTRUCTION.

However, once assimilated, these exercises should be performed anytime.

Muscular fiber ‘’TRAINING’’ is accelerated.

Clinical assessment is the only form of assessment possible.

These transformations or activations cannot be quantified, except clinically.

In standard protocols, patients are submitted to:

Two 60’ sessions per week.

Different physiotherapy teams (MUSCLE CHAIN SPECIALISTS) contributed to the development of all exercises, adding technical quality to concepts.

‘’Training’’ time (HOMOGENEOUS RECONSTRUCTION) is highly variable.

Consistent, amateur athletes already have developed SCOUTING in this type of muscle fibers, depending on genetic factors and type of physical activity.

Vide short and long distance runners.

Sedentary individuals are highly variable, except where genetic biomorphology is concerned.

Elderly individuals tend to permanently adopt the practice of physical activities for the sake of body functionality (injury prevention or stabilization of pre-existing lesions), quality of life improvement via stabilization of degenerative conditions and with mitigated/controlled painful conditions.

Examples:

Female patient aged 71 years, Asian ethnicity, AM.

Bilateral knee osteoarthritis, genu varum, scoliosis, chronic left shoulder and lumbosacral pain.

Referred in 2009 with indication for bilateral TKR. Concurrent lumbosacral pain complaints and partial left supraspinatus tear (MRI).

Indication confirmed based on clinical presentation and imaging findings (MRI).

Severe functional incapacitation. Level of pain, 8-9.

Currently undergoing “treatment” at this clinic.

Patient not operated.

Asymptomatic for years.

Functional angulations obtained must be maintained via Deconstruction exercises during Reconstruction, by means of isometric activities. Physicians and physical therapists should pay constant attention to this in their clinical assessment.

Should this point be overlooked, pre-deconstruction skeletal stiffening will tend to recur, particularly in casual athletes, sedentary or elderly individuals, due to hypersolicitation of stable muscle chains.

However, with proper guidance and compliance, this is not the usual scenario!

E – Following Deconstruction, patients shall be fit enough to begin any type of physical activity, with progressive increments and no overload.
F – Leisure time physical activities must always be taken into account in the physiological, muscle mass and resistance gain context.
G – Reintroduction of ASYMPTOMATIC physical activities was already under way in the Deconstructive phase, starting with 30” walk, 3-4 times weekly and other activities, always in a progressive manner and taking functionality, activity load and personal preferences into account.
H – Physical activity increments should be based on specific muscles called upon by different movements. The significance of morphology (AM-PM) cannot be overemphasized.

 

PROMOTION OF INCREASED PELVIC TILT AND STIFNESS (MUSCLE FIXATION) MUST BE AVOIDED!

EXAMPLES:

RUNNING (LUMBAR INCREMENT 6x HIGHER COMPARED TO WALKING).

Everything must be progressive

Conquered angulations must be maintained

With muscle tone gains and homogeneous muscle strength distribution

Patient’s personal physical goals must be pursued in the light of FUNCTIONALITY.

Activities aimed at muscle hypertrophy should never be introduced in this phase.

Partially conquered SAGITTAL BALANCE:

Does not permit such increments

In the light of the concept adopted, inadequate, segmental muscle reinforcements:

Are limiting

Are anti-functional

Preclude wide use of different body segments

Lead to injuries, of several kinds

Further segmental overload should be avoided

Centers of gravity are expected to be realigned.

DO NOT DESTROY THEM; do not allow injuries or disorders which led patients to seek advice in the first place, many of them surgical, to recur.

And, as far as surgical treatment is concerned, several procedures so far seen as urgent according to standard orthopedic protocols may certainly be postponed.

We disagree with many current standard surgical procedures and respective indications.

 

SOME PROCEDURES

PELVIC CONTRACTION ALWAYS

GLOBAL FLEXIBILIZATION OF MUSCLE CHAINS IN DIFFERENT MOVEMENTS

ISOMETRICS ALWAYS (RESISTANCE AGAINST CLOSURE OF A MUSCLE CHAIN)

TO BE EMPHASIZED:

Pelvic contraction in all exercises.

Synergistic movements with resistance in all possible ways:

Upper limb abduction against the thorax, with resistance

Pressing the heels against the floor in neutral position.

Attempted internal/external rotation of lower limb distal extremities, in simulation, with ground resistance at the calcaneus and anterior portion of the foot.

Cervicodorsolumbar contraction against resistance.

All of them synergistically.

Several other movements may be proposed based on the same concept.

 

Are isometric exercises enough?

For patients with different clinical or therapeutic complaints, where movement-harmonizing and weight distribution exercises are concerned, we believe so.

As long as they are global and performed at the right intensity.

Our role is to treat!

From a physical preparation perspective, let us leave this to specialists in this area, by means of ISOMETRIC, ISOTONIC, ISOKINETIC exercises

However, always taking function into account

Concepts and principles should be respected. Let us respect Sagittal Balance.

Let us respect the body in its functional state and avoid lesion progression or recurrence due to conceptual or technical mistakes.

Let us not destroy what has been gained

 

Unfortunately, that is what we see day in day out

Let us make this point clear:

We are not talking about SPORTS MEDICINE; we are talking about ORTHOPEDIC PATHOLOGY.

Few of our patients are athletes!

There is no need to turn ordinary people into professional athletes

The required genetic background is lacking

The required functional body is lacking

Ours are common patients with musculoskeletal complaints.

PHYSICAL ACTIVITY – ALWAYS!

INCORRECT INDICATION, WRONG METHODS AND WRONG INTENSITIES – NEVER!

 

GENERAL REMARKS

Understandably, the last few years have seen increasing physical activity recommendations by the medical community, with good media support regarding associated health benefits.

However, it is my personal view that, in spite of huge benefits, this generalization has surprisingly also brought huge harm.

From a clinical standpoint results are hugely POSITIVE.

From an orthopedic standpoint however, in the light of the myriad of factors discussed in previous blocks, results are often HARMFUL!

We are often asked if we are against physical activities

Of course not!

We are against a couple of things, though: massification, creation of arbitrary paradigms and methods randomly thrown at the general public with no support from those who should prescribe them and provide the necessary guidance – and, why not, who should understand what is being advocated.

Trendy methods should not be allowed to become an anarchical source of injuries.

As orthopedic physicians, we have priority in the treatment of disorders affecting the locomotor apparatus.

Physiatricians, with rare exceptions, have moved away from several practices pertaining to this medical specialty. The exceptions are university hospitals, where Orthopedics and Physiatrics are integrated. However, even in this case, we disagree with concepts.

Physical therapists took charge of these vital, yet complementary phase of medical treatment in an almost isolated fashion.

Not to mention other equally important professional categories, such as Physical Educators, Physiologists and others.

Not to mention Alternative Methods, where technicism is the norm!

There is always someone ready to take technical responsibility for project execution in multidisciplinary teams.

In all areas.

However, when other parameters are enhanced or discredited, this hierarchy is broken, with disastrous outcomes.

We orthopedic physicians, currently focused on our fabulous elected surgical sub-specialties, have lost sight of the original purpose of our profession and of Orthopedics itself.

CONSERVATIVE TREATMENT

TO FIND THE CAUSES (ETIOPATHOGENESIS) is the duty of any professional therapist.

Event our current conservative treatments, regardless of sophistication level, are merely symptomatic.

Drug-based (regardless of sophistication level) except when palliative.

Conventional physical therapy (Analgesia), Acupuncture, GPR, Pilates and others.

Articular cartilage regeneration in osteoarthritis?

This is all still being investigated, but the focus are chronic, well established lesions.

What has caused them?

Treatment of certain forms of osteoporosis?

How about the underlying condition? How about skeletal misalignments?

Semi-invasive drug-based procedures aimed at cartilage regeneration?

Shock-wave treatment for chronic calcifications?

HOW ABOUT THE CAUSES? HOW ABOUT AFOREMENTIONED STRUCTURAL AND FUNCTIONAL BODY INCORRECTIONS?

This omission, this diagnostic carelessness and this “Delivery” of treatments that should be the object of scientific investigations has prevailed.

Due to lack of interest in whatever is not surgical!

Due to broad interests in all aspects.

Unnecessary surgical procedures performed, not out of bad intention, but out of lack of investigation of etiopathogenesis and preventive strategies in dozens of pathological conditions.

Academia decides what is surgical (or what is right), but are is the Academia always right?

The huge gap between treating Physicians and Rehabilitation teams is terrifying.

Physicians visit and prescribe (what??)

Rehabilitation professionals treat (what??)

THESE ARE PARALLEL LINES

In these two areas, there are no global protocols developed along the same conceptual lines from beginning to end of treatment.

Professionals from different specialties apply their respective treatments with no synchrony whatsoever and without identification, knowledge of or interest in underlying concepts.

Each part works independently! Based on what?

Technically perfect surgical procedures become useless due to careless diagnosis of the reasons why surgery was required in the first place.

Causes remain untouched!

As we were saying:

Physical activity is IMPERATIVE, however:

Pain-free.

With our own particular body.

With due functional preparation.

With strict, activity specific conceptual basis, focusing on technique, not on trends or leisure.

Decades old orthopedic concepts must be revisited!

The specialty in both, CONSERVATIVE AND SURGICAL levels:

IS MECHANICAL!

All orthopedic surgical procedures performed for reasons other than tumors (but including those) are aimed at ANATOMICAL BODY ALIGNMENT, recomposing what is correct.

ITS BIOMECHANICAL.

Those who come to us are Patients, not Athletes!

Let us leave athletes to Sports Medicine, as long as Orthopedic and Sports Rehabilitation concepts are reformulated (and as long as lesions are cured and muscles strengthened!!)

IT IS MY VIEW THAT WE SHOULD DIAGNOSE AND TREAT THE INJURY, CORRECT IMPERFECTIONS AND RECONSTRUCT (REINFORCE) WHILE MAINTAINING SAGITTAL BALANCE!

Let us promote sagittal balance, both from the skeletal and the muscular standpoint, so that our bodies can be properly treated and orthopedic conditions and injuries prevented; let us grasp the meaning of different concepts and methods, playful or not, for physical health maintenance with or without of physical activities, with resulting good health for our patients in the broader sense of the term.

Regarding physical activity and certain paradigms:

Perfect “SPORTS GESTURE” is conquered through an abled body in the broad, global sense.

Otherwise, regardless of the activity, it is all a waste of time, efficiency and performance, and a source of INJURY.

Current activities, including those undertaken in impressive sports facilities with the most up to date programs, do not comply with this rule.

THE MISALIGNED PELVIS IS STABILIZED IN ANTE OR RETROVERSION.

Fixation with muscular reinforcement and abdominal reference.

Balance is an illusion, given the lack of alignment and characterization of muscle fiber distribution and predominance.

Individual biomorphology is omitted.

Segmental measurements are deceptive, given the lack of discrimination between musculoskeletal support (aerobic fibers) and complementary muscle hypertrophy (anaerobic fibers).

Orthopedic conditions and injuries do not result from the activity per se.

They are the end result of an unprepared body.

LET US INVERT EVERYTHING!

All components around us, last generation devices, perfect tracks, apparel, are of paramount importance. Still, individual physical preparation should always prevail.

Each and every day we see patients in different age groups, with diverse biomorphlogy who present with sequelae and all sorts of chronic conditions.

Most of them undergoing treatment and performing all sorts of physical activities.

PHYSIOTHERAPY

ACUPUNCTURE

CHIROPRAXIS

GPR

PILATES

AND OTHERS.

WITH NO EFFECTIVE, DEFINITIVE RESULTS.

 

AND PRACTICING DIFFERENT PHYSICAL ACTIVITIES

BODY BUILDING

AQUAGYM

RUNNING

PILATES

FUNCTIONAL TRAINING

CROSS-FIT

AND SO MANY OTHER SPORT DISCIPLINES.

WITH FREQUENT INJURIES

A simple dysmetria promotes hemibody stretching differences or asymmetrical muscle strengthening.

Continuous practice of physical activities disregarding abovementioned criteria always leads to injury. Even in predominantly isometric activities (surfing, judo, Greco-Roman wrestling and others).

Practices aimed at muscle hypertrophy become highly restrictive, with short lasting results, both from an esthetic and a functional standpoint.

Why is it that ‘’athletes’’ in general, amateur or not, tend to present with common, recurring injuries?

Rotator cuff injuries?

Epicondylitis and epicondylosis?

Recurrent cervicodorsolumbar pain?

Pubic lesions?

Adductor lesions?

Hamstring lesions?

Progressive ACL lesions?

Patellar tendonitis?

Patellar chondropathies?

Why ‘’STRESS’’ fractures, ‘’shin splints’’, enthesio and enthesiomiopathies in different segments?

Plantar fasciitis?

And so many others?

 

 

JUST AS WITH BOTH BIOMORPHOLOGIES, INEFFICIENT CHAIN STRETCHING (INSUFFICIENT AEROBIC FIBERS) LEADS TO ENTHESOMIOPATHIC OR MUSCULAR LESIONS.

THESE ARE TOTALLY DIFFERENT LESIONS AS TO THEIR CAUSE AND, THEREFORE, INTERPRETATION.

AS PREVIOUSLY STATED, BY OBSERVING IMAGES MECHANICALLY, WITH DUE SKELETAL CORRECTIONS, NEUTRALITY AND PELVIC FLEXIBILIZATION, WE CAN ‘’ELIMINATE’’ STRETCHING RELATED INSERTIONAL INJURIES, GAIN MUSCLE TONUS AND SHORTEN INEFFICIENTLY STRETCHED SEGMENTS

HOWEVER, THERE MUST BE A CORPORAL REFERENCE.

            AND THIS IS THE NEUTRALLY POSITIONED, FLEXIBLE PELVIS!

IN THE LIGHT OF ALL THAT HAS BEEN SAID SO FAR, WE ISOLATEDLY DISAGREE WITH COMMONLY USED ‘’RECONSTRUCTIONS’’ AND MUSCLE REINFORCEMENTS.

A HEALTHY BODY CAPABLE OF COPING WITH ANY PHYSICAL ACTIVITY CAN ONLY BE ACHIEVED THROUGH PREPARATION, CORRECTION AND RECONSTRUCTION!

THIS COMPLETE PROGRAM WAS NAMED:

GLOBAL MECHANICAL BODY REORGANIZATION.