SERÁ QUE A ESTABILIZAÇÃO PÉLVICA É O CORRETO A SE FAZER?

Há Quinze anos, em verificações clínicas e posteriormente radiológicas e imagens verificamos que a principal causa das afecções ortopédicas vinham do segmento coluna-bacia.

Rigidez Espino-Pélvica + Inclinação Pélvica fora da neutralidade

Ângulo coxo Femoral – ACF (flexão do tronco com contração pélvica).

Ângulo médio constatado (em torno de 13.000 pacientes)= média 130°.

A quase totalidade Lordóticos (Índice normal L 3. S1=32° )

A quase totalidade (biomorfologia+ atividades físicas) com rigidez

Coluna- bacia.

A quase totalidade P.M (Prevalentes em cadeias posteriores) e mesmo os AM (prevalentes em cadeias anteriores). Principalmente os orientais com rigidez por motivos diversos.

 

 

LIMITAÇÃO DE AMPLITUDES.

EXTENSÃO DE PUNHOS = 50º

ACF =+- 130°

(Nestes últimos o ACF normalmente apresenta ângulos menores que 120°).

Diagnóstico radiológico protocolar (esqueleto) com e sem contração da pélvis, e diagnostico focal imageológico da lesão especificamente. Interpretação obrigatória!

 

RX ESQUELETO

COLUNA + BACIA AP. P

COM E SEM CONTRAÇÃO PÉLVICA

AS IMAGENS SÃO DO MESMO PACIENTE.

Tornou-se Impositiva a criação de Protocolos e Metodologias que levassem à desconstrução deste conjunto (vide site-Desconstrução corporal)

Criou-se uma reabilitação aonde com a fixação (contração  da pélvis),pudéssemos ‘’SOLTÁ-LA’’. Foi feito durante 8 anos com auxilio fundamental de fisioterapeutas com alta capacitação técnica

O ACF (Ângulo Coxo Femoral) para o esvaziamento das lesões e afecções é de aproximadamente 90°.

A extensão dos punhos (cadeias anteriores) é superior à 70°.

A flexão de tornozelos é de aproximadamente 20°.

 

 

PACIENTE FUNCIONAL

Estamos tratando de pacientes, não atletas São todos pacientes!

Discordamos, portanto radicalmente da quase unanimidade de Estabilização Pélvica, ou de segmentos e grupos musculares (abdominais, glúteos, lombar)

E nos contrapomos  às alegações, visto não haver trabalhos nesta conceituação, por nós utilizada de flexibilização pélvica. Ou sua desvantagem!

A ESTABILIZAÇÃO É DANOSA!

Ela cria biomecanicamente um centro mecânico rijo, que impede o livre funcionamento muscular, e solicita inserções (tendões) e alonga excessivamente outros segmentos musculares.

A quase totalidade de esportistas e atletas apresenta lordose fisiológica ou (adquirida por atividade física) e anteversão pélvica fixas.

 

LESÕES PREVISÍVEIS

POR ENCURTAMENTOS

POR ALONGAMENTOS EXCESSIVOS

Isto é biomecanicamente racional?

Certamente não o é!

E propomos, que se pesquisa houver que se tenha um novo parâmetro de todos os trabalhos publicados, pois tal paradigma Impacta todos os valores de Diagnóstico, clínico, laboratorial e de visão terapêutica de tudo que se faz atualmente com este olhar.

Estenda isto aos pacientes habituais

VISÃO MECÂNICA.

Pélvis Neutra e flexível

Equilíbrio sagital corporal.

Protocolos rígidos ortopédicos e de reabilitação.

Desconstrução previa impositiva.

Reconstrução com equidade de forças.

Igualitárias em todas as cadeias musculares (musculatura profunda, de sustentação)-Isométricos, simétricos e sinérgicos globais.

Aprimore seu Atleta sem sobrecargas mecânicas (isotônicos e isocinéticos) em equilíbrio sagital com a pélvis “SOLTA”.

Sem reforçar o que já é forte. Vai haver piora!

Se padrões ‘’ouro’’ estão baseados em um único parâmetro (Pélvis estável) os resultados terapêuticos estarão equivocados, se outros conceitos estiverem corretos!